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Mirante atua na identificação de ligações irregulares de água pluvial e retira 160 toneladas de resíduos na rede coletora de esgoto da região Beira Rio
O período de chuvas intensas aumenta a presença de água nas vias e eleva o nível do Rio Piracicaba, especialmente em regiões como a Rua do Porto e a Avenida Beira Rio. Nessas condições, estruturas do sistema de esgotamento sanitário podem ficar submersas e receber grande contribuição de água pluvial. Essa entrada ocorre tanto em áreas alagadas quanto por ligações irregulares de calhas e ralos de imóveis e, somada ao descarte indevido de resíduos, pode sobrecarregar a rede, que é dimensionada exclusivamente para receber efluentes sanitários.
Para reduzir essas interferências e preservar a eficiência do sistema, a Mirante mantém ações preventivas contínuas, a exemplo da limpeza do coletor Beira Rio, que retirou 160 toneladas de resíduos somente em 2026.
“Cuidar do saneamento da cidade é um trabalho constante. E as redes de drenagem e de esgoto são sistemas completamente independentes que não podem se misturar. A estrutura do esgoto é dimensionada para a demanda diária, tanto que, fora da época de chuva, o sistema opera com estabilidade. Para manter o sistema fluindo perfeitamente, nossas equipes seguem em campo com ações preventivas diárias. Quando unimos a manutenção da concessionária aos bons hábitos de todos, a cidade ganha em saúde e qualidade de vida”, destaca Josiane Santos, diretora executiva da Mirante.
Para a identificação das conexões de chuva na rede de esgoto, a concessionária realiza vistorias operacionais. O principal recurso empregado é o teste de fumaça, uma técnica visual e segura que aponta onde calhas ou ralos foram ligados à tubulação sanitária. Quando uma irregularidade é identificada, o proprietário do imóvel é notificado e recebe as orientações técnicas necessárias para realizar a adequação da rede interna.

Teste de fumaça aponta onde calhas ou ralos foram ligados à tubulação sanitária
“A drenagem recolhe a água da chuva para levá-la aos rios e mananciais, enquanto a rede de esgoto conduz o efluente doméstico até a estação de tratamento. É comum que mesmo a população não saiba se as calhas e ralos dos seus imóveis estão conectados da forma correta. Por isso, orientamos que sejam verificadas estas instalações para assegurar que não estejam misturadas com a rede de esgotamento sanitário. Este cuidado é indispensável para que o sistema funcione como planejado, evitando retorno de esgoto para os imóveis e vias públicas, e também para proteger o meio ambiente”, explica Andrey de Souza, gerente de serviços da Mirante.
